Nas turmas de 4º ano do Projeto Rio Criança Global, levei para a sala de aula o jogo BINGO que, acredito, toda as escolas têm.

Preparei cartelas com números entre 1 e 60 apenas, já que as do jogo vão até 99.

Retirei as bolinhas acima de 60 e joguei com eles.

Toda vez que algum aluno falava que tinha o número que eu sorteava e que falava em inglês, eu pedia para eles falarem “I have it”

A esse(s) aluno(s) eu pedia para repetirem o número, e me mostrarem na cartela se o tinham mesmo.

Então, eu dava a ele(a) um M&M para marcar o número. Lógico, ele não podia comer naquela hora. Se comesse, perderia a chance de ganhar o jogo, porque eu não daria outro M&M.

O aluno que ‘bingasse’ primeiro, além de ganhar todos os M&M da cartela, ganharia mais um gift: um lápis, uma borracha, um apontador.

Claro que ninguém tem a obrigação de comprar M&M para as crianças nesse jogo. Pode-se usar qualquer outro marcador.

Mas o M&M os fez ficarem realmente quietos, atentos, querendo acertar, para ganhar.

Se o aluno não repetisse o número, eu não dava o M&M. Se ele estivesse desatento, perdia a chance pois eu não repetia números anteriores se ele perguntassem “Já saiu o …”

Acabou dando certo. Se a gente dá as regras e instruções bem claramente no início, acaba dando certo.

O BINGO pode ser feito com ‘VÁRIOS’ conteúdos e para várias séries: horas, cores, daily activities, etc, que podem ser colocados com palavras ou com figuras.

E procuro colocar em cada cartela, no máximo 6 (SEIS) elementos, para não demorar muito.

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